A otimização de rotas deixou de ser apenas uma questão operacional. Hoje, ela impacta diretamente custos, nível de serviço, sustentabilidade e competitividade das empresas.
Com o avanço da tecnologia e da análise de dados, é possível transformar completamente a eficiência das entregas. Abaixo, reunimos 5 dicas práticas que ajudam empresas a evoluir sua operação logística.

Planeje com base em dados, não em hábitos
Rotas definidas “porque sempre foi assim” costumam esconder desperdícios. O uso de dados históricos, volumes, janelas de entrega e restrições reais permite decisões muito mais eficientes.
👉 Dado bem analisado reduz improviso e custo.
Considere múltiplas variáveis na roteirização
Distância não é tudo. Trânsito, tipo de veículo, capacidade, restrições urbanas, horários e perfil do cliente precisam entrar no cálculo da rota.
👉 A melhor rota nem sempre é a mais curta — é a mais inteligente.
Atualize as rotas em tempo real
Imprevistos acontecem: acidentes, atrasos, mudanças de pedido. Ter flexibilidade para ajustar rotas em tempo real evita atrasos em cascata e aumenta o nível de serviço.
👉 Logística moderna é dinâmica.
Integre sistemas para ter visão completa
Quando TMS, WMS, ERP e BI conversam entre si, a roteirização passa a ser estratégica. Integração garante visibilidade, decisões mais rápidas e menos retrabalho.
👉 Integração é eficiência escalável.
Monitore indicadores e promova melhoria contínua
Custo por entrega, km rodado, nível de serviço, taxa de reentrega. Medir é essencial para evoluir e otimizar continuamente.
👉 O que não é medido, não é otimizado.
Empresas que investem em otimização de rotas não apenas reduzem custos, mas ganham previsibilidade, eficiência e vantagem competitiva.
A WeberShift é a grande aliada desse processo — e 2026 será cada vez mais orientado por dados, automação e inteligência logística.





